Hoje eu sou um elo.
Entre o que sou e o que desejo ser.
Hoje eu me encantei e me desencantei
O elo eu sou.
E por duas vezes me fui acometida por isso
Essa memória, mais corporal do que sei lá
Essa memória que me excita que me transforma
Eu sou essa memória do desgosto
Do entendimento
Eu começo a entender o motivo, a razão pela qual essa fissura vai, aos poucos, diminuindo, me comovendo, me transformando. Eu peço, eu rogo o novo.
Eu me encontro com o novo. Ah, o mundo se abriu nas possibilidades e eu vou nadar em todas elas.
Eu vou me agarrar em todas as forças e possibilidades. Eu me mudar, me mudar eu vou.
Hoje me importunaram
Hoje mexeram não
Hoje mexeram sim
Hoje eu quero ela
Hoje ela está diferente
Eu penso que há sempre um pouco de perversidade no mundo que te envolve e naqueles que havia alguma admiração. Eu quero a luz.Eu quero aquele que me confronta apoiando na cabicera da lealdade.
Eu quero tú, meu amado, tempo, meu amado denamó.
Com carinho,
Carolina.
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