sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

E agora, José ?

Aí, são tantas coisas que me perturbam. Minha mente tenta acompanhar o meu ritmo e se embola.
Eu penso até se é possível ser assim. Tenho transferido tudo para a minha arte, para o meu palco.
Há aí uma ótima mistura, instigante... Sou eu, meus sentimentos, a sensação claustrofóbica que me atormenta e todos os meus sentidos. 
Eu penso e repenso aonde poderei chegar. Que porra de geração Y é essa, meu Deus?
Eu me questiono é diferente de antigamente, agora, os meus questionamentos me movem. Transbordo, acolho, penso, revenero. 
A minha arte, ai meu Deus do céu, e tão abstrato. Eu me sinto cada vez mais artista, logo, cada vez mais angustiante, mais questionadora.
Hoje ele me seguiu por outro lugar, me persegue, quer saber de mim, me procura e não me deixa. 

Eu quero uma explicação, mas eu quero viver, encontrar novos sentidos, me achar, saber me posicionar, saber me colocar, saber que o aqui é o agora é que importam mais!

Eu quero é viver do PRESENTE!!!

Um beijo,

Christine Matos